sábado, 30 de outubro de 2010

Estilos de Decoração de interiores

Estilos de Decoração de interiores

Estilos de Decoração

Não é de admirar que as pessoas fiquem confusas quando se fala sobre estilos de decoração de interiores, uma vez que existem mais estilos de decoração, do que países no mundo. E, para além disso, diferentes interpretações dão origem a diferentes resultados, os estilos de decoração são muitas vezes uma questão de interpretação, e cada decorador ou designers de interiores, pode interpretar o estilo sob a sua prespectiva. A interpretação dos estilos de decoração também é influenciada pela cultura.

Regras de decoração

Embora raramente haja regras rígidas sobre os diferentes estilos de decoração, há certas características que são comuns a cada estilo. Conheça, abaixo,  cada um desses estilos de decoração de interiores para encontrar o seu próprio estilo de decoração. Mas lembre-se não há “regras”! Se encontrar mais de um estilo de decoração que gosta, basta combiná-los com gosto, para obter um excelente resultado!

Tipos de estilos de decoração

  • Decoração de interiores estilo victoriano
    Na decoração estilo vitoriano todos os detalhes são pensados e a ornamentação, opulência e formalidade ganham estilo.
  • Decoração de interiores estilo tradicional

    O estilo tradicional de decoração continua a ser o estilo mais popular de decoração.
  • Decoração de interiores estilo moderno

    Os termos “moderno” e “contemporâneo” são frequentemente usados, alternadamente. No entanto, os dois estilos de decoração são bastante diferentes.
  • Decoração de interiores estilo contemporâneo

    Enquanto o estilo tradicional ainda é o estilo mais popular, o estilo contemporâneo está provavelmente muito próximo do segundo lugar.
  • Decoração de interiores Shabby Chic
    Shabby Chic é um estilo que foi criado e popularizado pelo designer Rachel Ashwell no final dos anos 80 e início dos anos 90. Este estilo continua a ser popular, hoje.
  • Decoração de interiores estilo marroquino

    Influenciado pelas vistas, sons, cheiros e cores do Norte Africano, o estilo marroquino foi adquiridindo popularidade ao longo dos últimos anos. 
estilos de decoração de interiores
  • Decoração de interiores estilo country
    O estilo country atingiu o seu auge de popularidade nos anos 80 e inícios dos anos 90, contudo ainda é muito popular.
  • Decoração de interiores  estilo francês

    A decoração francesa traz as cores e texturas da França rural, para criar um interior acolhedor e convidativo. 
  • Decoração de interiores estilo handmade 
    Este estilo de decoração concentra-se em elementos naturais, nos bosques bonitos, e na qualidade e detalhes artesanais. 
  • Decoração de interiores  estilo toscano

    A decoração estilo toscano, que é extremamente popular agora, traz para os sentidos as cores e texturas do interior italiano.
  • Decoração de interiores estilo Art Deco

    O estilo Art Deco tornou-se popular na década de 1920 e 1930, e é caracterizada pelo uso de superfícies espelhadas, alumínio, aço inoxidável e vidro. 
  • Decoração de interiores  estilo mexicano
    A decoração estilo mexicano celebra as cores vibrantes e tecidos bonitos do México.

Estes são os alguns dos estilos de decoração mas populares, escolha o seu e comece a decorar a sua casa.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Decoração

Decoração

Imagem de molduras internas e externas em EPSA linha decoração da Termotécnica é produzida em EPS, mais conhecido como isopor®, e revestimento adequado. É leve, resistente, requer reduzida mão-de-obra de aplicação e pouco tempo para execução, com excelentes resultados arquitetônicos. Durabilidade e facilidade para aplicação de revestimento final são outras de suas características. Esta linha inclui molduras externas e internas, em EPS com e sem revestimento cimentício.
Obs.: Unidade de Venda - metros

Composição

As Molduras Externas Termotécnica são compostas de EPS (Poliestireno Expandido) com revestimento de poliéster, resinas e argamassa cimentícia.

Acabamento

Podem-se aplicar diversos revestimentos de acabamento sobre a moldura após sua fixação, texturas, massas e pinturas.

Modelos

Para conhecer os modelos de Molduras Externas Termotécnica, consulte o catálogo técnico deste produto fazendo o download no link abaixo. A Termotécnica possui modernos equipamentos de corte de EPS, que permitem atender pedidos de peças personalizadas.

Utilização

As Molduras Externas Termotécnica são utilizadas como elemento de decoração em fachadas, em marquises, frontões, pingadeiras, requadros entre outros elementos.

Vantagens


  • Leves e de fácil manuseio, permitem aplicação em fachadas com rapidez.
  • Diferente das peças de concreto armado, as Molduras Externas Termotécnica não causam impacto de peso adicional nas estruturas.
  • Resistentes a intempéries
  • Resolvem, de modo rápido e econômico, soluções arquitetônicas em fachadas

Aplicação

1. A superfície sobre a qual irá fazer a aplicação deve ser plana, sem ondulações, limpa, livre de pó, óleos e sem pintura.
2. A aplicação deve ser feita com argamassa colante CA-2 flexível, utilizar rejunte a base de epóxi nas emendas.
3. Nos casos de molduras de maior tamanho utilizar apoio com tarugos de madeira fixadas com bucha na parede (estrutura). Retirar os apoios após a cura e secagem dos adesivos.
4. Após a fixação das Molduras Externas Termotécnica, efetuar a selagem na parte superior e inferior para evitar a penetração de água.
Foto de um prédio que utilizou as Molduras Externas em EPSZoom do prédio mostrando o acabamento feito com as Molduras Externas em EPSZoom do prédio mostrando o acabamento feito com as Molduras Externas em EPS

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Gordura liberada

Ela deixou de ser a vilã de todo prato, de toda hora. Deixou de ser também a eterna inimiga das artérias. E — viva! —, dependendo do tipo, pode ajudar até a emagrecer


por Fábio de Oliveira e Regina Célia Pereira

O século 21 tem se caracterizado pela liquefação e reabilitação instantânea de reputações. A da gordura é um exemplo flagrante. Banido da intimidade das cozinhas, erradicado dos menus de muitos restaurantes e extirpado da fórmula de vários alimentos industrializados, esse nutriente é um daqueles personagens que voltam à boca do povo como um benfeitor injustiçado.

As nódoas na imagem dessa substância foram removidas há pouco por um estudo publicado na revista científica American Journal of Clinical Nutrition. Assinada por pesquisadores de universidades de peso como Harvard, nos Estados Unidos, trata-se de uma revisão de 21 trabalhos sobre a associação entre o consumo de gordura saturada, aquela da carne vermelha e do chocolate, e a ocorrência de males como derrame e aterosclerose. A conclusão é que a ingestão equilibrada de filé-mignon e afins não elevaria o risco de atentados às artérias.

Outras pesquisas mostram que até mesmo o time saturado tem uma faceta do bem que era, até então, desconhecida. É que essa família engordurada é formada por diversos ácidos graxos e um deles, o esteárico, parece não ser assim tão nocivo às artérias. “No nosso organismo, o ácido esteárico tem sua estrutura modificada pela ação de enzimas”, justifica a nutricionista Ana Carolina Moron Gagliardi, pesquisadora do Instituto do Coração de São Paulo, o InCor . Seu metabolismo, portanto, acontece de maneira diferenciada e não faz subir os níveis de colesterol. Uma fonte dessa substância é o cacau, daí o chocolate amargo ser apontado como amigo do peito.

Mas, se a gordura não é de todo culpada, o que explicaria a eclosão sem fim de infartos e acidentes vasculares cerebrais nos últimos anos? Os mesmos especialistas americanos apontam a espátula, ou melhor, o dedo para os carboidratos simples que aparecem nos doces e no arroz branco. É que muita gente privilegia esse tipo de comida em detrimento das fontes gordurosas. Só que exagerar nessa opção deflagra a resistência à insulina, quando o hormônio encarregado de botar a glicose para dentro das células passa a não funcionar direito, levando ao diabete. “O exagero nos açúcares tem relação direta com as doenças cardiovasculares”, diz a nutricionista Bianca Chimenti, da Clínica BKNR Prevenção e Saúde, em São Paulo.

Ambientes modernos : CORES E PINTURA


Cores em destaque: 3 ambientes com combinações modernas


As cores têm o poder de alegrar, relaxar ou nos deixar mais alertas. Usá-las na casa, nas roupas e nos acessórios revela traços de nossa personalidade. Mas não é só: os matizes também estão relacionados com o que vivemos, com nosso comportamento e nossas preferências. Eles expressam o que queremos mostrar, os valores que nos são caros. Sem cores, a vida fica sem graça. E é para inspirar você a mergulhar nesse universo mágico que trazemos três ambientes com combinações modernas. Aproveite também e saiba o que pensam as especialistas sobre as tendências de cores para 2010 além de conhecer os lançamentos dos fabricantes de tinta.


Um toque dourado 
Depois de anos convivendo com a parede vermelha na escada do dúplex e uma lareira que prejudicava a circulação no estar, o casal pediu aos arquitetos Alice Martins e Flávio Butti uma reforma para o melhor aproveitamento do espaço, além de novas cores. “Elegemos o dourado como o tom de destaque, pois é moderno e tem um quê de sofisticado”, conta Flávio. Com base nisso, foram surgindo ideias para a decoração. “Pintamos a parede nesse tom e, quando nos deparamos com o tapete estampado da mesma cor, agregando cinza e roxo, seguimos essa paleta”, diz. Vasos, luminárias e até flores exibem os matizes. “Com esses tons, a sala ganhou mais vida”, conclui Flávio.

Um mundo cor-de-rosa Fascinada pelos vários tons de rosa, a confeiteira Adriana Carioba teve as cadeiras Panton feitas especialmente para ela. “O fornecedor só conseguiu reproduzir a cor quando lhe enviei via correio uma goma de mascar. É o famoso rosa-chiclete”, diz, brincando, o arquiteto Guilherme Torres, convocado para decorar a nova morada da moça. Baseado nas preferências dela, Guilherme não hesitou ao escolher um ousado vermelho para as paredes da sala. “Apesar de ser um tom forte, bem fechado, ele alegra o ambiente, que combina concreto e piso de ardósia”, conta. Seguindo as nuances da cor, o arquiteto pincelou o espaço com diversas peças, incluindo um tapete cinza-rosado.

O encanto dos tons de azul Convocado a projetar uma cozinha colorida neste apartamento, o designer de interiores Felipe Alcici teve carta branca do casal. “Já conheço o marido há bastante tempo e sei que ele gosta muito de azul. Como eles são jovens e me deram liberdade, usei o tom em quase todo o ambiente”, conta Felipe. O azul-marinho entrou nos móveis embutidos e no piso cerâmico artesanal, de fundo acinzentado. Nas paredes, figura o azul-claro. “Para evitar a sensação de frieza, realçada pelos eletrodomésticos de inox, instalei teca em vários pontos: a madeira traz aconchego”, diz. Sobre a mesa, dois pendentes vermelhos deixam a luz mais quente.


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

CUIDE-SE!! Gripe (A) H1N1

Gripe (A) H1N1

A chegada do frio abre a temporada de gripe, que este ano tem o vírus influenza A(H1N1) como vilão principal. Como há bastante incerteza sobre a eficácia da nova vacina e o real perigo da doença, consultamos os médicos infectologistas Artur Timerman, Maria Beatriz de Souza e Michele Higa Froes, todos de São Paulo, para esclarecer o assunto

gripe h1n1 Fabio Mangabeira

Dá para distinguir as duas pelos sintomas? 

Os dois tipos têm os mesmos sintomas: febre alta, coriza, dor de cabeça e no corpo. O portador da gripe A(H1N1), porém, pode apresentar ainda tosse forte e falta de ar (sinais de que os pulmões foram atingidos), diarreia e vômito. Mas o diagnóstico só é possível por meio de exame feito em uma unidade de saúde.

A vacina é segura? Posso tomar se estiver gripada? 

De acordo com o Ministério da Saúde, a eficácia é superior a 90%. Os médicos defendem que você pode tomar sem medo. Mas imunizar-se quando estiver com os sintomas não é indicado, porque os efeitos da vacina vão se sobrepor aos da gripe e a proteção não vai ser eficiente. O melhor é sarar e só depois se vacinar.

Uma amiga se vacinou e ficou gripada em seguida. É normal?

Ter febre baixa e mal-estar após se vacinar é um efeito colateral comum e não significa que você está contaminada. A sensação deve durar três dias, no máximo. Caso se prolongue, é porque você provavelmente já possuía o vírus incubado quando tomou a vacina

As faixas etárias excluídas da vacinação coletiva (crianças e jovens de 2 a 20 anos e adultos sadios entre 40 e 60 anos) não correm risco de contaminação? 

O cronograma de imunização priorizou os grupos que mais apresentaram formas graves da gripe A(H1N1) no ano passado, mas isso não significa que quem não se encaixa nessas categorias não tem que se proteger. Agora que terminou a campanha, o ideal é que todo mundo tome a vacina.

Tem alguém que não pode tomar a vacina?

Crianças com menos de 6 meses de idade e pessoas alérgicas a ovo. É que as vacinas são fabricadas em ovos, de maneira que podem existir fragmentos desse alimento na composição.

Já me vacinei contra a gripe (A)H1N1. Estou protegida contra a sazonal também?

Não. Cada vacina é feita a partir de um vírus e tem ação específi ca. Não há problema em se imunizar contra as duas gripes ao mesmo tempo, embora a proteção contra a comum seja indicada apenas para idosos.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Como fazer uma faxina e uma rápida limpeza em casa

Procure ter uma sequencia lógica para o serviço, isso ajuda a utilização do utensílio que tem em mãos.






Procure colocar as coisas que está limpando, sempre de forma organizada, assim fará uma vez só.



Evite desarrumar a casa toda, pois o rendimento diminui, pois se perde na bagunça.



Ex: se está limpando o quarto,coloque o que tirou do lugar de forma organizada, de maneira que facilite a recolocação.



Quanto aos enfeites e objetos, lave todos que for possível sem estragar, é mais rápido que tirar o pó e o resultado é perfeito (lave e os coloque em ordem do lado para não bagunçar a cozinha, quando terminar de limpar estarão secos para serem recolocados.



Espero ter ajudado , adoro fazer faxina!!!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Saúde Emocional

 
 Qualidade de Vida no Trabalho - Saúde Emocional

Para melhor discorrer sobre QVT, podemos, inicialmente, nos referenciar pela definição de QUALIDADE DE VIDA (QV), feita pela OMS (Organização Mundial da Saúde):
“Qualidade de vida é a percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, no contexto de sua cultura e sistema de valores em que ele vive e em relação com seus objetivos, expectativas, padrões e conceitos. Trata-se de um conceito amplo, que inclui a saúde física, o estado psicológico, crenças pessoais, relações sociais e suas relações com o ambiente.

O QUE É QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT)?
Existem vários conceitos e modelos de QVT, cada um fundamenta-se ou apresenta um viés, conforme a perspectiva da especialidade ou profissão do teórico. Se engenheiro ou psicólogo ou administrador; do ponto de vista empresarial ou acadêmico; do ponto de vista do empregador ou trabalhador, e assim por diante. Na verdade, todos se completam e, talvez, se pretendêssemos uma definição ampla e, ainda, contemplar de maneira justa e necessária, todos os estudos e pesquisas já realizadas sobre o tema, teríamos que confeccionar um tratado bíblico, incluindo uma vastíssima lista de definições, conceitos e modelos de QVT que já foram formulados.

Portanto, o texto que segue cumprirá, apenas, o objetivo de familiarizar ou referenciar a busca de algum entendimento sobre o assunto. É um tema em constante e rápida evolução e que, ao se tornar, atualmente, prioritário nas decisões estratégicas das empresas, vem merecendo revisões e atualizações sucessivas em seus fundamentos teóricos e modelos de implantação.

DEFINIÇÃO E ALGUNS MODELOS DE QVT:
QVT é um conjunto de ações de uma empresa que envolve diagnóstico e implantação de melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais dentro e fora do ambiente de trabalho, visando propiciar condições plenas de desenvolvimento humano para e durante a realização do trabalho” (Albuquerque e Limongi-França – 1998).
O INDEPE considera que uma boa gestão de QVT, tem que conciliar e alinhar os objetivos principais da organização, como a qualidade de produtos e serviços, satisfação do cliente, criação de valor social e financeiro para si mesma e para a sociedade e, principalmente, sua sustentabilidade futura, com os objetivos profissionais e pessoais dos indivíduos que pertencem a esta organização. É o famoso alinhamento de valores entre organização e indivíduo.

Quem participa do mundo corporativo possui, geralmente, mais informação globalizada, metas pessoais, profissionais e existenciais mais ambiciosas, noção mais apurada de seus direitos, se constituindo, enfim, num segmento mais esclarecido e exigente. Se levarmos em conta a famosa pirâmide de necessidades de Maslow, transitam mais no topo do que na base.
Querem dar sentido para o que fazem e, principalmente, sentido para o seu trabalho. Querem compartilhar decisões, mais autonomia e mais salubridade emocional no ambiente de trabalho. Querem ter reais possibilidades de crescimento e desenvolvimento contínuo, não só em nível profissional, mas, também, existencial e espiritual. Empresas que insistirem numa visão obsoleta de que só salário e alguns benefícios (base da pirâmide Maslowiana) motivam e garantem a melhor produtividade e a retenção do trabalhador em sua empresa, estão correndo um sério risco de perderem seus talentos e seu capital humano e intelectual e, por conseguinte, perderem sua competitividade.
Sabe-se que as empresas devem construir, a partir de hoje, a sua competitividade de amanhã. Investir em seu capital humano, isto é, nas pessoas, tem sido uma das estratégias mais utilizadas para criar sustentabilidade para o futuro.
O INDEPE entende que a gestão de programas de QVT está, cada vez mais, se consolidando como estratégia indispensável para qualquer proposta de Gestão de Pessoas de uma empresa. Desnecessário dizer, mas sempre bom lembrar que, para a maioria das empresas, nesta era do conhecimento, a Gestão das Pessoas que detém o conhecimento e o tal do capital intelectual, está se constituindo na espinha dorsal da Gestão Empresarial da maioria das empresas modernas.

Para nós, do INDEPE, um modelo de Gestão de QVT, deve se referenciar pelos seguintes balizamentos:
  • Promoção da saúde global: tanto no âmbito da empresa, como na vida pessoal. A promoção da saúde BIOPSICOSSOCIAL do colaborador é a base de qualquer estratégia que vise promover qualidade de vida no trabalho. (Seriam ações como PQVT, programas de prevenção, saúde ocupacional, monitoramento individual e coletivo de indicadores de saúde, planos de saúde, etc.).
  • Promoção da Saúde Psicossocial do colaborador: as organizações, principalmente as voltadas para prestação de serviços e as que dependem muito do capital intelectual e de gestão de conhecimento, precisam priorizar e garantir ambientes com salubridade psíquica e sem toxidades emocionais, através do desenvolvimento de competências emocionais e comportamentais.
  • Sentido do trabalho: o trabalho tem que ter um sentido e um significado amplo na vida do colaborador e transcender o atendimento da simples sobrevivência, para preencher necessidades de natureza existencial, social e espiritual. Ajuda muito, para isso, se a empresa procura, como política estratégica, criar valores, de natureza não financeira, para seus colaboradores e para a sociedade.
  • Desenvolvimento profissional contínuo: o colaborador precisa se perceber num crescente profissional, sempre adquirindo novas competências para viabilizar sua empregabilidade dentro da empresa.
  • Reconhecimento: os colaboradores devem ser reconhecidos, em todos os aspectos, pelos resultados que entrega para sua empresa. Não só do ponto de vista salarial, mas também reconhecimento moral e outros tipos de valorização.
  • Autonomia e participação nas decisões: o colaborador tem que influenciar as decisões que envolvem a concepção e mudanças nos processos de trabalho dos quais participa. Tem que se sentir sujeito e agente criador de valores no seu trabalho e ter autonomia e responsabilidade para tomar decisões, sempre que possível.
  • Perspectivas futuras e de segurança: um colaborador jamais pode deixar de ter planos e sonhos para o seu futuro dentro da sua empresa. Tem que perceber, também, um mínimo de estabilidade e segurança no seu emprego.
  • Justiça, ética e coerência: a empresa deve zelar por uma política justa, ética e coerente na Gestão de Pessoas (Bioética). Perceber-se injustiçado é uma das maiores fontes de insatisfação e desmotivação para um colaborador.
  • Clima organizacional: Acompanhar o clima organizacional, através de pesquisas periódicas, para redirecionar e atualizar os programas de QVT é de fundamental importância.

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT), COM FOCO EM SAÚDE EMOCIONAL.
SEM SÁUDE EMOCIONAL, QUE É A CAPACIDADE DE GERENCIARMOS E MANTERMOS AS EMOÇÕES E SENTIMENTOS QUE NOS FAZEM SENTIR BEM, FICA DIFICIL CONCEBER UM AMBIENTE CORPORATIVO SAUDÁVEL E QUE POSSA PRODUZIR BEM ESTAR E QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS QUE CONVIVEM E DIVIDEM O COTIDIANO ORGANIZACIONAL.
      SAÚDE EMOCIONAL é gênero de primeira necessidade para as pessoas que estão vivendo este momento tão tumultuado de mudanças, ajustes e adaptações que o mundo, em permanente transformação, vem impondo a nosso cotidiano, seja na vida profissional ou pessoal. Nestes tempos tão desestruturantes e desafiadores, não podemos nos dar ao luxo de perder nosso equilíbrio emocional. Sem ele tudo fica mais difícil. SAÚDE EMOCIONAL é uma garantia adicional, imprescindível, de que nossas decisões serão mais sensatas, acertadas e sábias.
      Não há decisão que não envolva racionalidade e emoção, razão e coração, funções do hemisfério esquerdo e direito do cérebro. Mesmo que não queiramos, ou não saibamos, sempre haverá um componente emocional em nossas decisões. Como profissionais, seja CEO, diretores, gerentes, supervisores e colaboradores de um modo em geral, sempre precisaremos ter contato com nossos conteúdos emocionais, saber identificá-los, estimar com qual intensidade nos afeta, como afeta o outro, enfim saber gerenciá-los, conciliando seu direito de existência com a devida adequação em vivenciá-los e expressá-las.
      As emoções e sentimentos são o verdadeiro tempero da vida. Assim como qualquer tempero, de menos, deixa a vida sem graça, com excesso de racionalidade nos torna mambembes e atrofiados ao que se refere a uma vida plena. Ou ainda, se abafá-los, pode-se perder o tônus emocional e produzir distimias ou depressão. Demais, faz a vida adquirir temperatura exagerada, com emoções a flor da pele, adrenalina saindo pelos poros, acelerando nosso ritmo de vida, nos estressando, estressando os outros e inviabilizando aquela cota mínima de serenidade, tão necessária para atravessar as águas turbulentas dos cotidianos urbanos ou corporativos a que somos submetidos.
      O que é SAÚDE EMOCIONAL? Provavelmente temos diversas definições e todas se completam. Uma definição pode ser essa: é a capacidade de termos acesso às nossas emoções, sabendo identificá-las e gerenciá-las de uma forma que componham e contribuam para nossas boas decisões e para a percepção de um bem estar geral e satisfatório de vida. Outra boa definição, bem mais simples, é aquela que diz que SAÚDE EMOCIONAL é cultivar os sentimentos e emoções que nos fazem sentir bem, sem que alguém se prejudique com isso.
      Haveria muitos outros comentários e observações que poderiam ser feitos a respeito de SAÚDE EMOCIONAL, pois este é um assunto do qual todo mundo entende um pouco. Mas, exatamente por todo mundo achar que entende um pouco é que, na maior parte das vezes, se cria aquela velha situação: CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU! Todo mundo pode achar que entende, mas pouca gente cuida dela como deveria.
      Mas enfim, nos tempos atuais, principalmente no meio corporativo, onde se persegue tanto um estado de bem estar organizacional, não se deveria pensar ou conceber QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT) sem incluirmos ou se negligenciarmos a SAÚDE EMOCIONAL. Diríamos que, como os fatores de riscos físicos, ergonômicos, bioquímicos, etc.  já estão bem  controlados,  é na insalubridade psicológica dos ambientes corporativos que encontramos o grande desafio para se conquistar um conceito mais abrangente de QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT).  
      Neste sentido é que o INDEPE está convencido da necessidade de continuar aprimorando as ações e estratégias de gestão da QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO, com viés, claro e bem definido, nos aspectos emocionais que permeiam o cotidiano corporativo.  Principalmente nestes tempos em que o grande capital das organizações é o CAPITAL INTELECTUAL que se aloja, única e exclusivamente, na mente das pessoas. De preferência,  mentes saudáveis.
Autor: Luis Cláudio Paiva de Souza
Psicólogo e Consultor Organizacional

QUALIDADE DE VIDA E PROMOÇÃO DA SÁUDE: QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA EMPRESARIAL

QUALIDADE DE VIDA E PROMOÇÃO DA SÁUDE: QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA EMPRESARIAL
Assim, como o Empowerment, a Gestão do conhecimento, a Gestão por Competência, e outros importantes instrumentos de gestão empresarial, a PROMOÇÃO DE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO estão se incorporando ao cotidiano organizacional como um dos mais importantes recursos de gestão de pessoas. Desnecessário dizer que, gestão de pessoas, nesta era do conhecimento, tornou-se a espinha dorsal de qualquer empresa que quer manter-se competitiva.
O conhecimento vem se constituindo no maior ativo da maioria das empresas, sendo que se encararmos o Capital Intelectual como o mapa do tesouro, pode considerar que o tesouro são as pessoas que detém o conhecimento. Lógica simples: investir na totalidade e de maneira integral nas pessoas é o pulo do gato para uma gestão empresarial de sucesso. Mesmo, as empresas de produção têm constatado que, promover qualidade de vida, em geral, para seus funcionários, é um meio para diminuir turnover e sinistralidade, e consequentes gastos com treinamento de novos funcionários e com os planos de saúde.
Há algum tempo, a promoção de saúde e qualidade de vida no trabalho, já deixaram de ser encaradas, apenas, como benefícios, filantropia ou peças de marketing, para entrar na categoria de política prioritária de gestão empresarial e como ação estratégica para a melhoria da qualidade nos processos de trabalho, para o aumento de produtividade e para a concretização de metas e resultados.
Naturalmente, muitas empresas, ainda não incorporaram, para valer, este novo instrumento de gestão empresarial. Muitos administradores ainda são refratários à idéia. As razões são muitas. Uma delas reside no fato de que estes empresários ainda classificam estas estratégias como despesas, e não investimento. Alguns outros, simplesmente, por não terem despertado para a importância disso na melhoria dos seus indicadores de produtividade, qualidade de produtos e serviços, etc.
Quanto às empresas que adotaram esta estratégia, pode se dizer, numa avaliação bem realista, que não se tratou, exatamente, de uma ação radical de responsabilidade social ou de um salto na direção de uma revolucionária ação de gestão mais humanitária nas organizações. A grande maioria, simplesmente, o fez, por inteligência, “esperteza” e competência empresarial. Embora existam empresários que compartilham e praticam uma visão mais humanitária nas relações de trabalho, boa parte das empresas optaram por desenvolver Programas de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT), ao constatarem, e se convencerem que, assim, se obtinha um maior aproveitamento da capacidade produtiva de cada colaborador.
O importante é a constatação de que todos os segmentos envolvidos na vida de uma organização, desde colaboradores e seus dependentes, passando pela direção, clientes externos, acionistas, até comunidades externas que faceiam com a empresa, estão se beneficiando desta nova política. Ao promover uma melhoria do bem estar geral dentro da organização, através da promoção da qualidade de vida no ambiente de trabalho e na vida pessoal dos seus funcionários, as empresas têm obtido deles, em contrapartida, mais adesão, mais produtividade, melhoria na qualidade de produtos e serviços e, naturalmente, melhoria dos indicadores financeiros.

MENSURAÇÃO X PERCEPÇÃO DE RESULTADOS

Embora, continue sendo complicada a mensuração de certos bens e valores, os chamados bens e valores intangíveis, como, ainda, é exatamente o caso dos Programas de QVT, muitas empresas descobriram que, de alguma forma, investir em qualidade de vida dos seus funcionários dá um excelente retorno. Tanto é verdade que, a pesquisa “Benchmarking de Gestão de Capital Humano”, realizada pela Deloitte, mostrou que o investimento corporativo (88,5%) em desenvolvimento do capital humano em 2004, ficou no topo das prioridades de investimentos estratégicos das empresas pesquisadas, superando áreas como Tecnologia da Informação (84%), instalações, processos e equipamentos (81%), entre outras áreas. (Gazeta Mercantil, 22/03/2005).
Entre as empresas pesquisadas, mais de 80% delas apresentaram faturamento superior a US$ 70 milhões em 2004. Nesta mesma pesquisa, que envolveu 68 grandes empresas nacionais e multinacionais, da área de serviços, metalurgia, energia, automotiva, telecomunicações, etc., perfazendo juntas, mais de 500 mil funcionários, constatou que 81% delas já adotam ações voltadas para a melhoria de qualidade de vida de seus funcionários. Estas empresas, segundo conclusões da Deloitte, estão investindo na geração de lucros, a partir de funcionários motivados, capacitados e satisfeitos.
No ambiente organizacional, extremamente competitivo, onde o capital intelectual, atualmente, é de fundamental importância, reter e atrair talentos está se constituindo em um grande diferencial de gestão empresarial. Para esse objetivo, programas de qualidade de vida com ampla abrangência, que passam por metas de bem estar físico e processos de trabalho salutares e, principalmente, pelo bem estar psicossocial, têm trazido resultados positivos surpreendentes. Onde o capital intelectual é a principal matéria prima de trabalho, salubridade emocional torna-se indispensável para uma maior criatividade, produtividade e satisfação.
Finalizando, portanto, mais que um modismo, QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT), vem se transformando em um instrumento de gestão imprescindível, que veio para ficar, pois além de incrementar lucros e resultados, significou um salto civilizatório e inteligente nas relações de trabalho, o que torna esta prática gerencial mais difícil de reverter.
Confirma-se aquilo que, publicações especializadas, já vêm alardeando há algum tempo: Funcionário feliz = Lucro maior. Pesquisa, feita pela revista Exame, mostra que as melhores empresas para trabalhar no Brasil são também as que apresentam melhor resultado financeiro no final do ano (Exame, Ed. Abril, 15/09/2004).
E é, na composição deste indicador de felicidade profissional e organizacional, que os PQVT têm desempenhado papel destacado, reservando-se a eles a função de carro chefe na estratégia de alavancar os indicadores de produtividade, qualidade, lucro e, por que não, os indicadores de satisfação de toda a cadeia de segmentos envolvidas numa organização. Desde os colaboradores que sempre agradecem um pagamento mais generoso de PL (Participação de Lucros), até os acionistas, que sempre esperam, ansiosamente, por gordos e justos dividendos.
Vale destacar que as empresas de Saúde Suplementar têm, também, se empenhado neste sentido e oferecido parcerias para a Promoção de Saúde e PQVT, com o objetivo de reduzir custos das empresas com os planos de saúde, através da diminuição da sinistralidade e melhoria de indicadores de saúde. Esta parceria vai se tornando cada vez mais inevitável e se apresenta como uma solução importante para redução de custos gerais com saúde, além de contribuir com as políticas gerenciais e objetivos estratégicos de crescimento das empresas, conforme foi mostrado acima.
Autor: LUÍS CLÁUDIO PAIVA DE SOUZA
Psicólogo e Consultor Organizacional

A “MENSURAÇÃO” INTUITIVA DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

A “MENSURAÇÃO” INTUITIVA DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS
DE QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO
A dificuldade de mensurar tudo que envolve os programas de QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT) nas empresas, como por exemplo, a repercussão na produtividade e retorno do investimento, tem se apresentado como um dois maiores empecilhos para incorporá-los, mais sólida e definitivamente, no rol das práticas administrativas modernas.
O problema começa pela própria dificuldade em definir o conceito de QVT. Pode ser considerada uma dificuldade bastante natural, por se tratar de um conhecimento que começou a se estruturar bem recentemente e que é o resultado de interconexões de vários ramos de outros conhecimentos e ciências, como a administração, a medicina, a psicologia, a biologia, a engenharia, a sociologia, a economia e outros. Por esta e outras razões, ainda se permite e ocorre uma variada gama de definições e, cada um, não resiste à tentação de ter a sua.
Principalmente, porque a QUALIDADE DE VIDA (QV), em geral, não só no trabalho, ocorre ou é percebida, não só através de indicadores objetivos, mensuráveis e tangíveis, mas também em um vastíssimo campo de subjetividade, onde cada um tem sua percepção de bem estar determinada por fatores culturais, psicossociais, história pessoal, preferências subjetivas, saúde emocional, e outros fatores que não são facilmente mensuráveis, quando não impossíveis de mensurar ou palpar.
Os indicadores de saúde física, que são mais mensuráveis e tangíveis, não explicam ou contemplam suficientemente uma boa e abrangente definição do que seria QV. Em um estado, mais amplo, considerado de plena satisfação e bem estar, existem muitos componentes objetivos e tangíveis e outros subjetivos e intangíveis. Noll, 1999, por exemplo, definiu Qualidade de Vida, assim: “Trata-se de um conceito multidimensional que, simultaneamente, inclui componentes tangíveis e intangíveis, objetivos e subjetivos de bem estar e que enfatiza o “melhor” em detrimento do “mais”.
A saúde, que é um item obrigatório e considerado ponto de partida para se começar a falar de qualidade de vida já é, pela própria definição da OMS (Organização Mundial de Saúde), difícil de ser palpada objetivamente, pois considera que, além do bem estar físico e da ausência de doenças nos indivíduos, eles têm que estar desfrutando, também, de pleno bem estar psíquico e social.
Como quantificar e medir o bem estar psíquico e social dos indivíduos? Mas não é porque não se pode medi-los, rigorosamente e satisfatoriamente, que não existem. Alguém ousa negar que exista saudade, tristeza e amor? Não podemos transformar isso em números, mas mesmo assim, por conta destes fatos imateriais e imensuráveis, movemos montanhas. Às vezes, apenas percebemos a concretude e o tamanho destes “fenômenos etéreos”, como a saudade, a tristeza e o amor, pelo impacto e, às vezes, que impacto, que eles causam em nossas vidas.
Com a QVT seria mais ou menos a mesma coisa. Podemos, ainda, não saber quantificar e transformar em números o quanto de vantagens a QVT trás. Não saber quantificar o que a presença, ou ausência dela, provoca em nosso cotidiano organizacional, mas sabemos que ela, em sua ausência ou presença, pode determinar, enormemente, nosso grau de satisfação geral, a qualidade de tudo que fazemos profissionalmente, a nossa produtividade, criatividade, enfim o sucesso profissional e pessoal dos indivíduos. E sabemos disso tudo, simplesmente porque sabemos, não só através da constatação e vivência, mas também pela qualidade que é possível perceber e avaliar, na entrega final à empresa que o colaborador realiza através do seu trabalho.
Mas, de qualquer forma, este é um dos grandes desafios, senão o maior, de quem trabalha na área: transformar e traduzir os benefícios da promoção da saúde e qualidade de vida, em uma linguagem “numérica”, empresarial e acessível para o mundo das organizações. Comprovar como QVT se transforma em produtividade, criatividade, qualidade de serviços e produtos e, finalmente, em lucro. Com isso, haverá mais solidez, credibilidade e argumentos para demonstrar a importância dos PQVT nas empresas.

O “FEELING” COMO GUIA, ENQUANTO A MÉTRICA NÃO VEM.
Para isso, estudiosos, pesquisadores e profissionais da área têm se debruçado sobre esta questão e conseguido alguns avanços significativos, mas, talvez, ainda não suficientemente convincentes para todos que, de alguma maneira, estão envolvidos no assunto. Porém, muitos empresários, por caminhos menos cartesianos/newtonianos, já se convenceram disso, há algum tempo, e já largaram na frente. Vão atrás e confiam em um “feeling”, dispensando, pelo menos por enquanto, argumentos numéricos mais rigorosos.
Tudo leva a crer que este grupo de empresários está colhendo bons resultados com a estratégia, caso contrário não estariam priorizando e canalizando sempre mais recursos e investimentos para a valorização ampla do capital humano de suas empresas.
Mais uma vez vamos citar a recente pesquisa feita, em 2004, com 68 empresas pela Deloitte, intitulada “Benchmarking de Gestão de Capital”, comentada em artigo publicado na Gazeta Mercantil em 22/03/2005. No topo dos investimentos, com 88,5%, o item Desenvolvimento do Capital humano, no qual se inclui amplos programas de QVT, revela ser o alvo principal das estratégias de geração de lucros de grandes empresas nacionais e multinacionais. Mais do que se investe em Marketing (67,1), em Tecnologia da Informação (84,2), equipamentos e instalações (81,4%).
De alguma forma, perceberam que, funcionários motivados, mais saudáveis, mais equilibrados e que se percebem mais valorizados pelas empresas, devolvem mais adesão, produtividade, criatividade e, natural e automaticamente, de um modo em geral, eles transformam esta percepção e vivência de bem estar, em mais lucros para sua empresa. Retro-alimentam, assim, um círculo auspicioso de desenvolvimento e satisfação, no qual os números, tão perseguidos na tentativa de confirmar as vantagens ou não da QVT, acabam sendo percebidos, de alguma forma, no final, com a melhoria dos indicadores financeiros.
Autor: LUÍS CLÁUDIO PAIVA DE SOUZA
Psicólogo e Consultor Organizacional

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Crianças que brincam tem qualidade de vida melhor !!!

Brincar é hábito essencial para a criança ter uma melhor qualidade de vida e parece ter até um poder terapêutico natural, como um remedinho auxiliar nas dores da criança.
Brincadeiras, geralmente envolvem emoções, afetividade, laços com outras pessoas, ligações entre as pessoas. Uma brincadeira ou um jogo onde participem mais de uma pessoa, geralmente implica trocas, partilhas, confrontos e negociações. Além do mais, brincar constitui auxílio na boa formação infantil, nas esferas emocional, intelectiva, social e física.
Deixar de brincar com a criança é também esquecer de viver com qualidade de vida, e, quando oferecemos possibilidades de brincar às crianças, oferecemos mais que o próprio ato de brincar, oferecemos uma perspectiva de vida melhor, um desenvolvimento mais natural e eficiente, com socialização e interação.
Normalmente a criança não possui um domínio de linguagem capaz de transmitir tudo que está sentindo e, por vezes, nas brincadeiras elas conseguem passar este problema de maneira mais tranqüila. Brincando a criança consegue ser criativa e utiliza sua personalidade integral. O brincar combina ficção com a realidade, de modo que a criança que brinca trabalha as informações recebidas, os dados e percepções da realidade, sempre na forma de ficção.
No brincar a criança utiliza suas próprias experiências, aquilo que observa. Por exemplo, uma criança pequena reproduz as ações que percebe em seu meio, como dirigir um carro ou embalar uma boneca. À medida que vão crescendo acabam incorporando a representação que fazem da vida real, os conhecimentos adquiridos, os desejos e sentimentos.
O desenvolvimento infantil se encontra vinculado ao brincar, sendo a brincadeira a linguagem própria da criança, através da qual lhe será possível o acesso à cultura e sua assimilação, o que torna o brincar fundamental à vida da criança, melhorando seu desenvolvimento cognitivo e motor.
A auto-estima, como uma das condições do desenvolvimento normal, tem seu início na infância, em processos de interação social, na escola ou na família, que são amplamente proporcionados pelo brincar.
Oferecer às crianças as brincadeiras e brinquedos, por mais simples que sejam, é por si mesmo uma cura, que possui aplicação imediata e universal, viabilizando a elas atitudes positivas e prazerosas.
Uma boa maneira que os adultos podem utilizar para estimular a imaginação das crianças é servir de modelo, brincar junto ou contar como brincava quando tinha a idade delas. Muitas vezes, o adulto não percebe a seriedade e a importância do brincar para o desenvolvimento da criança e não observando atentamente não reflete sobre o que as crianças estão fazendo. Deixando de acompanhar as brincadeiras, o adulto, não nota as novas aquisições da criança, as relações delas com as outras crianças e com os próprios adultos, enfim, não percebe o seu desenvolvimento.
Há uma unanimidade de pensamentos dizendo que o brincar tem papel essencial no desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros anos de vida, nos quais ela tem de realizar a grande tarefa de compreender e se inserir em seu grupo, desenvolver a linguagem e explorar o mundo físico.
Muitos pesquisadores afirmam que o brincar, por vezes, tem o efeito de uma terapia. E, sendo um recurso tão antigo não vem sendo utilizado como deveria, visto que tantas crianças, nos dias atuais, não podem desfrutar deste prazer.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Academias Brasileiras apostam nas classes B e C para crescer em 2010.


Segundo maior mercado mundial de academias, com cerca de 12 mil estabelecimentos, o Brasil quer pegar carona no aumento da renda das classes B e C para se expandir ainda mais.

Segundo Ana Paula Graziano, organizad

ora da Rio Sports Show, que acontece entre 15 e 17 de julho, no Píer Mauá, um novo mar de oportunidade está se abrindo em regiões mais populares.

Com investimento de R$ 1 milhão e ocupando 20 mil m², a feira deve receber 40 mil visitantes e movimentar R$ 15 milhões em negócios.

Marcas reconhecidas do mercado, como Movement, Technogym, Probiotica Integral Médica, entre outras, registram alta de dois dígitos nas vendas este ano.

Ana Paula Graziano (Foto: Rosane Naylor / Euro Comunicação)


Segundo William Batista, da Max Esporte, mesmo no inverno, período comum de baixa, o faturamento continua elevado, em um crescimento de 40% em relação ao ano

passado.

Este crescimento recente chamou a atenção da Apex-Brasil. Por meio do projeto Casa do Exportador, o órgão montará um estande na 12ª Rio Sports Show.

No espaço, o empreendedor pode tirar dúvidas sobre as principais barreiras impostas às médias, peque

nas e microempresas ao mercado internacional, como falta de crédito, auxílio à obtenção de patente e burocra

cias relacionadas à legislação.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Comprovado : Acabe com as gordurinhas Comendo mais ...


Estudo da BBC Brasil Comprova que comer mais no café da manhã é bom para emagrecer.


O café da manhã pode ser realmente a principal refeição do dia para aqueles que estão tentando perder peso, segundo um estudo apresentado nesta semana no encontro anual da Sociedade de Endocrinologia, em San Francisco.

O estudo, conduzido por uma pesquisadora do Hospital de Clínicas de Caracas, na Venezuela, em parceria com a Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos, demonstrou que mulheres obesas que comeram metade de suas calorias diárias logo de manhã por vários meses acabaram emagrecendo mais do que aquelas que comeram menos no café da manhã.

A pesquisadora Daniela Jakubowicz, do Hospital de Clínicas de Caracas, disse aos presentes no encontro de San Francisco que comer pouco no café da manhã pode fazer com que a pessoa sinta necessidade de comer mais durante o dia.

Em um estudo com 94 mulheres obesas e pouco ativas, Jakubowicz comparou os resultados alcançados com uma dieta que incluía café da manhã reforçado com os verificados em uma dieta pobre em carboidratos.

A dieta pobre em carboidratos continha 1.085 calorias por dia – a maioria vinda de proteínas e gorduras. Nessa dieta, o café da manhã era a menor refeição do dia – 290 calorias, com apenas sete gramas de carboidratos.

Já a dieta com o café da manhã reforçado tinha mais calorias – 1.240 – com uma proporção menor de gordura e maior de carboidratos e proteínas. Nessa dieta, o café da manhã tinha 610 calorias, enquanto o almoço tinha 395 e o jantar, 235.

Quatro meses depois, as que estavam na dieta baixa em carboidratos pareciam estar perdendo mais peso do que as outras.

No entanto, oito meses depois, no final do estudo, a situação se reverteu, com aquelas na dieta baixa em carboidrato voltando a engordar, enquanto as que comiam a dieta com um café da manhã reforçado continuavam a perder peso.

Ao final, as que comeram a dieta com um café da manhã rico perderam 21,3% de seu peso, enquanto as outras, apenas 4,5%.


Mais saudável ou mais interessante?



De acordo com Jakubowicz, um café da manhã mais rico é mais eficiente em ajudar a perder peso, porque faz com que as pessoas se sintam mais satisfeitas e saudáveis durante o dia, já que inclui mais fibras e frutas.

Alex Johnstone, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Rowett, em Aberdeen, disse que outros estudos têm mostrado que dietas baixas em carboidrato podem ser uma “boa ferramenta” para reduzir o peso rapidamente, mas não servem “para a vida toda”.

Para ela, o fato de as mulheres nessa dieta terem voltado a engordar na pesquisa pode ser explicado pela monotonia do regime.

“Pode ser que seja simplesmente mais fácil para pessoas que comem uma dieta rica em carboidratos seguir o regime por mais tempo”, ela afirmou.

Já uma porta-voz da Fundação Britânica de Nutrição disse que há evidências de que um bom café da manhã pode ajudar quem quer perder peso.

“Isso é provavelmente porque quando não comemos um bom café da manhã temos mais chances de ficar com fome antes do almoço e comer alimentos açucarados e gordurosos, como biscoitos ou bolos”, ela disse.

sábado, 3 de julho de 2010

Acabe com as gordurinhas comendo ração humana


A ração humana tem ingredientes que são úteis para as seguintes funções: Emagrecer , manter peso , aumentar a resistência orgânica, regular e desintoxicar o organismo.

Ingredientes:

- 500g de fibra de trigo

- 500g de leite de soja sem açúcar

- 250g de farelo de aveia

- 250g de gérmen de trigo

- 100g de semente de gergelim com casca

- 100g de açúcar mascavo

- 50g de levedo de cerveja em pó

- 50g de guaraná em pó

- 50g de gelatina em pó

- 50g de semente de linhaça

Modo de preparo

Dividir tudo em 2 recipientes para misturar bem, depois colocar em outro recipiente maior, misturando muito bem.
Vidros limpos, secos e fechados. Conservar em geladeira.

Dose diária

Tomar pela manhã e jantar: 1 compo de água em jejum; 2 colheres de sopa de ração, com suco, iogurte, leite ou água mineral sem gás.

Obs: não comer pão, bolo, biscoitos, etc

Ração para humanos


O que é ração humana ?

É um composto de diferentes tipos de ingredientes ricos em fibra.

Conheça os Benefícios: Controla o colesterol e triglicerídeos, aumenta a resistência orgânica, regula o intestino e ajuda na desintoxicação do organismo.

A utilização da ração humana auxilia no emagrecimento pois tem a função de estabilização do sistema digestivo e diminui a absorção da gordura. É importante destacar que a ração humana tem o efeito na perda de peso desde que, sejam feitos exercícios físicos e que pelo menos uma refeições seja substituída pela ração.

Receita da ração humana

1. Ingredientes

Linhaça

É rica em ácidos graxos Ômega 3, sais minerais e vitaminas. Auxilia na regularização do intestino, tem ação antiinflamatória, aumenta a atividade do sistema imunológico, além de possuir uma substância que protege contra tumores de mamas, ovários e próstata.

Colágeno

Usado para enrijecer os tecidos da pele, eliminar rugas e aumentar a tonicidade dos músculos. Fortalece unhas, cabelos e hidrata a pele, dando-lhe maior resistência, mais espessura, crescimento e brilho. Fornece aminoácidos fundamentais para a manutenção dos ossos e a reconstituição ou regeneração de algumas articulações.

Para mais informações sobre o colágeno, visite a página sobre o colágeno.

Fibra de trigo

Estimula os movimentos naturais do intestino, combate a prisão de ventre e favorece a eliminação de toxinas dos órgãos de digestão e excreção. As fibras são muito importantes também na prevenção de hemorróidas, câncer e obesidade.

Aveia

Contém uma espécie de goma que envolve as moléculas gordurosas, dificultando a absorção destas pelo organismo. A aveia auxilia no combate ao colesterol, estimula o apetite. Além disso, ela é essencial ao crescimento humano, fortificando o músculo cardíaco, regulando o sistema nervoso e fortalecendo a pele e os cabelos. Por isso ela é tão utlizada em produtos de beleza.

Leite de Soja

É rico em proteínas, vitaminas, sais minerais e lecitina, que tonifica o sistema nervoso. Ele também contém um hormônio natural vegetal que age no organismo como estrogênio, ajudando na redução de sintomas associados com a menopausa. Auxilia também na redução de colesterol no sangue e na prevenção e tratamento de muitos tipos de câncer; fornecendo ao organismo a quantidade adequada de proteínas, carboidratos, vitamina E e vitaminas do complexo B e Ômega 3.
Açúcar mascavo

Extraído da cana-de-açúcar, não passa por processo de refinamento, mantendo assim as vitaminas e sais minerais do caldo da cana. Contém vitaminas e grande quantidade de minerais – entre eles o ferro, o magnésio, o cálcio e o fósforo.

Castanha

É rica em folato e vitaminas C e B6. É exelente fonte de ferro, fósforo, riboflavina e tiamina.

Amêndoa

É relativamente rica em vitaminas B1, B6 e principalmente vitamina E. A amêndoa é um dos alimentos vegetais mais ricos em cálcio e fósforo. Contém quantidades importantes de magnésio, potássio, ferro, zinco e cobre. As amêndoas são ótimas para curar o stress, a depressão, a fadiga e o colesterol elevado.

Gergelim

Alimento muito rico em cálcio e fósforo. O gergelim possui em sua composição óleo de ótima qualidade biológica, proteínas, lecitina, vitaminas A, E, B1, B2, niacina e minerais. Possui muitas fibras, cálcio e ferro, constituindo-se num ótimo complemento alimentar. Tonifica os nervos, combate dores reumáticas, tumores, acido úrico, memória fraca, hemorróidas, gastrites, ulcera, prisão de ventre, pressão alta. É um excelente repositor de cálcio.

Gérmen de Trigo

Contém vitaminas dos grupos A, B, D, F, K e principalmente a vitamina E, que regenera os tecidos. Combate a menstruação irregular, dificuldades de crescimento e desenvolvimento, fraqueza muscular e infecções. Combate também doenças reumáticas, como o torcicolo, reumatismo muscular e nervoso, doenças cardíacas e circulatórias.

Os ingredientes podem ser facilmente encontrados em lojas especializadas em produtos naturais.

2. Modo de Preparo

- Utilize a mesma quantidade de cada componente. A porção recomendada é de 50 gramas de cada componente.
- Bata no liquidificador os ingredientes que não sejam em pó e depois misture-os. Guarde em vidros limpos e secos, bem fechados.
- Conserve em geladeira, por no máximo 15 dias..

3. Consumo

- Duas colheres de sopa por dia com água, leite ou um suco de sua preferência.

Além da própria ração humana, existem varias outras receitas que levam alguns de seus ingredientes.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Vamos cuidar da alimentação das crianças

Como esta a alimentação de seu filho(a) ?


É responsabilidade dos pais comprar e servir alimentos saudáveis ao filho em crescimento. Comece estabelecendo uma rotina, mesmo que seja difícil no início. Isso significa estabelecer horários para refeições e lanches. A maioria das crianças fica mais feliz como uma rotina de alimentação e com fome em períodos regulares.
Você também ficará mais feliz no seu papel de pai ou mãe quando a família tiver uma rotina. Então, seja consistente. As crianças precisam de uma rotina de alimentação tal qual necessitam de horário para ir dormir. Planeje três refeições e dois lanches por dia. Sirva fruta ou vegetal a cada refeição. Frutas e vegetais também são ótimos para os lanches. Ao invés de premiar seu filho com comida, dê premiação em forma de atenção (abraços, beijos, sorrisos) e brincadeiras.


Algumas dicas para criança se alimentar bem


* Evite discussões sobre alimentos gordurosos e doces ao não trazê-los para dentro de casa. Deixe os refrigerantes, doces, batata-frita e biscoitos no supermercado.

* Sirva água quando seu filho tiver sede. Água é saudável e barata.

* Crianças tomam seus pais como exemplo. Então, dê bons exemplos ao comer alimentos saudáveis. Compre e experimente novas frutas e vegetais. Beba água entre as refeições. Estabeleça uma rotina em casa para suas refeições e lanches. Seu filho aprenderá com seu bom exemplo.

* Não espere que seu filho goste de um alimento novo na primeira tentativa. Ofereça de novo na próxima semana. Geralmente leva várias tentativas antes que a criança fique receptiva a tentar alimentos novos.

* Coloque pequena quantidade de cada alimento no prato do seu filho. Deixe-o pedir por mais.

* É normal para a criança explorar os alimentos. Crianças pequenas geralmente tocam ou cheiram a comida no prato.

* A rotina é boa para a criança. Assim como você tem horário para dormir, estabeleça horários para alimentação. Seu filho terá menos probabilidade de estar cansado ou agitado durante os horários de alimentação.

* Ofereça alimentos saudáveis. Sua criança aprenderá cedo que esses são os alimentos da sua casa.



quarta-feira, 30 de junho de 2010

A saude nas ferias

Atenção na saida

  • leve consigo os medicamentos de venda livre de que possa necessitar
  • leve os cartões de identificação da Companhia de Seguros
  • leve um estojo de primeiros socorros
  • leve protetor solar, chapéus e óculos de sol
  • marque uma consulta com seu médico antes de viajar se estiver tomando medicamentos. Carregue os medicamentos com você, não em sua bagagem
  • anote o nome e o número do telefone do seu farmacêutico e do seu médico
  • ao viajar para outro país, pesquise a acessibilidade e a qualidade dos serviços médicos de lá
  • se deixar crianças em casa, deixe também uma autorização por escrito para tratamento com quem estiver cuidando das crianças
  • se for fazer uma viagem longa, a diferença de fuso horário pode ser minimizada programando-se a chegada ao destino perto da hora em que se costuma ir para cama, de acordo com o horário local no lugar de destino
  • se houver um evento importante e o local de destino for distante, planeje a viagem para chegar com 2 ou 3 dias de antecedência, se possível, de modo que possa se acostumar antes do compromisso
  • leve os registros de imunização juntamente com qualquer outro registro médico importante - especialmente quando for para outro país
  • ao viajar para um país subdesenvolvido, certifique-se de que todos os membros do grupo estão adequadamente imunizados contra qualquer doença infecciosa a que possam vir a se expor. Alguns países exigem certificados de vacinação contra doenças como colera e a febre amarela. Consulte o seu médico e vá até o setor de imunização.

NA ESTRADA


  • ao chegar, verifique o número de emergência local. Nem todas as comunidades usam o 190.
  • ao viajar com crianças, assegure-se que elas sabem o nome e o telefone do hotel, no caso de se perderem. Dê-lhes dinheiro suficiente para um telefonema e assegure-se de que elas sabem como usar os telefones se estiver em um país estrangeiro.
  • Ao viajar a outros países, não beba água do lugar para evitar risco de diarreia. A água engarrafada pode ser segura, desde que seja engarrafada de fábrica. A diarreia do viajante também pode ser conseqüência da ingestão de bebidas que contêm gelo. As bebidas gaseificadas, cervejas e vinho (sem gelo) são seguras.
  • a água da torneira é segura para escovar os dentes desde que não ingerida.
  • os alimentos cozidos são geralmente seguros, mas alimentos crus e saladas (com alface e vegetais crus) podem provocar problemas gastrointestinais. Coma em restaurantes que têm boa reputação quanto à qualidade dos alimentos.
  • se ocorrer diarréia, beba muito líquido engarrafado. Caldos e bebibas gaseificadas são boas para manter a força física.
  • Ao viajar para lugares distantes, espere até que seu corpo se ajuste à diferença de fuso horário que ocorre a um ritmo de 1 hora por dia.